A História da Fênix

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 Fala, galera, beleza?

Quantas vezes, na vida, a gente precisa cair para se levantar? Quantas vezes precisamos perder, errar, descer m degrau? Quantas vezes precisamos morrer para renascer?

É uma realidade. Vamos ser infelizes em algum momento, é inevitável. Tem dias que a gente pensa que tudo se desmoronou de vez, tudo no chão. Nesse momento, é comum a gente questionar tudo, a razão da vida, ou porque não demos certo. Questionamos nossa qualidade, a justiça das coisas, os valores. Questionamos a bondade Divina. Às vezes, vamos ao inferno, andar descalço pelo fogo eterno e mesmo assim não damos a mão ao diabo. Mesmo assim, aguentamos a dor maior, esperando. Esperança.

A capacidade de aguentar o revés das coisas sem se corromper, também pode ser chamado de ética. Além de outras qualidades, muitas pessoas passam por determinadas situações se mantendo firme, mesmo que perca um pouco da fé ou da esperança, mesmo assim, se mantém firmes e fiéis ao seu caráter para seguir em frente. É dessas pessoas que eu tenho respeito. Essas pessoas merecem a minha admiração e carinho. Faço questão de tocar no coração dessa gente e poder dizer: olha, sei como você se sente porque já abracei a morte e ela me disse pra voltar, porque ainda tenho o que fazer. Sei que você está com medo mas lute!

Por medo de se ferir, já vi muita gente se aliar ao diabo, com uma expressão tão doce, sem o mínimo remorso da sua hipocrisia. Aquelas pessoas que se fingem ser boas. Possuem um jeito cativante, só querem estar lá, vendo as coisas acontecerem mas sem que percebam a sua participação. Muitas vezes, o gosto doce não é o remédio mas o veneno. E é muito fácil se envenenar, se embriagar do mel e, quando menos espera, cair o poço e não ver mais a luz. São os falsos, os hipócritas, os covardes, aqueles que prejudicam os outros para se dar bem, destroem o amor, impedem a evolução coletiva.

Mesmo assim, a gente segue. A gente busca ser o melhor que pode ser, porque vamos errar, vamos perder, vamos cair, morrer e renascer. Temos que entender que, nem sempre o certo é o que nos favorece. Mas é o certo e vai favorecer alguém. E vamos nos sentir bem porque alguém está sendo reconhecido pela verdade e isso é o que importa. Quando alguém nos faz um mal, nós temos duas opções básica: A vingança ou a justiça. Cabe a nós saber se os fins vão justificar os meios ou vamos nos edificar construindo um futuro melhor e deixar que a vida se encarregue ou não dessa justiça. Mas já não importa mais, vai ter sempre alguém pra gente ajudar e voltar a preencher o vazio deixado pelo mal que foi feito. A estrada da vida é longa mas a vida é curta e eu sempre aprendo com o que virou poeira.

Na real, o que eu sei sobre a história da fênix é o que o senso comum sabe e não busquei nada para escrever aqui mas quero deixar uma mensagem. Não deixe que tirem o melhor de você. Não caia nessa armadilha. Povoe seu coração com amor, sempre. Aquele vazio deixado pelo mal que te fizeram é um espaço para coisas maravilhosas que você pode preencher. Só é seu, aquilo que você dá então dê amor, dê muito amor. Vai ter sempre alguém disposto a receber isso e vai ser o melhor de você. Cai muitas vezes mas, acreditem, eu sempre levanto mais forte.

Muita paz, amor, música e que a arte permaneça sempre dentro de nós. Até a próxima, amigos viajantes.

Email: luizinho@diretodacidade.com.br

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